LANÇAMENTO 2017

Ontem, ter saúde era não morrer ou não adoecer, hoje é desempenhar (a mais-saúde) para ter sucesso.

A morte e a doença (a menos-saúde) estão deixando lugar para a imortalidade,  consequência última do desempenho e, por conseguinte, atributo das máquinas e dos entes maquinizados, ou seja, daquilo que estamos progressivamente nos tornando.

Já somos seres simbernéticos, cruzamento de simbiose com cibernética.

Um homem de hoje é uma máquina pensante, que tem sentimen­tos, dores, prazeres, imaginação, pensamento, bem como peças e sis­temas reproduzíveis ou intercambiáveis e a única diferença para uma máquina é que o simbernético nasce, cresce, desenvolve-se e morre. O que sobra de sua humanidade é, ainda, a morte.