Livraria Resposta O ponto de encontro da inteligência
com a sensibilidade.
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Como e por que esquecemos ou precisamos esquecer? A arte de esquecer responde a
esta e muitas outras perguntas. Mostra que cada um de nós é quem é porque tem
suas próprias memórias. Portanto, aprender a distinguir entre as informações que
devemos deixar de lado e as que devemos guardar é uma arte difícil. O
neurocientista fala dos vários tipos de memória, de suas respectivas áreas
cerebrais, bem como das três grandes formas de exercer a arte do esquecimento: o
bloqueio, a extinção e a repressão. Para Iván Izquierdo, a arte de esquecer ou,
no caso, a arte de não saturar os mecanismos da memória é algo inato, algo que
nos beneficia de maneira anônima, pois nos impede de naufragar em meio às nossas
próprias recordações. Escrito com a leveza de uma conversa entre amigos, os
ensaios que compõem este livro navegam por vários aspectos: da memória do
indivíduo à das sociedades: "cada país é feito de suas memórias, como as
pessoas" ou "Se há uma arte especialmente maldita é a de forçar, pela
propaganda, o esquecimento de coisas importantes a povos inteiros,
substituindo-as por mentiras. Intoxicados por mentiras, esses povos podem ser
levados a cometer as piores barbaridades". Ao final da leitura o leitor
compreenderá que esquecemos para poder pensar, esquecemos para não enlouquecer e
para poder conviver e sobreviver. Enfim, como não há fórmulas para a felicidade,
talvez haja para o bem-estar, e a arte de esquecer, bem praticada, pode ser uma
delas.
APRESENTAÇÃO
Leitor, o livro que você tem em mãos é um livro raro. Começa que o autor é um
dos nossos maiores cientistas, produtor de centenas de artigos especializados em
neurobiologia da memória e, portanto, uma das pessoas mais capacitadas a falar
ao grande público sobre o tema.
Não é sempre que podemos ter esse privilégio. Além disso, Iván Izquierdo é um
homem de cultura, ilustre leitor de Jorge Luis Borges, e que aqui e ali faz
referência a escritores, poetas e artistas de outras artes, aproximando — quase
sobrepondo — a ciência e as humanidades.
E finalmente, o livro está escrito de maneira informal como uma conversa entre
amigos, com o chimarrão circulando, como é próprio do sul da América, onde
nasceu e vive o autor.
Posso apostar: você primeiro folheia o livro, como é possível que esteja fazendo
agora. Eventualmente o compra e o separa para começar a ler em um domingo
chuvoso. Nesse dia, as primeiras páginas com certeza o prenderão e não será
fácil interromper a leitura até o final.
Izquierdo nos mostra muitas coisas: que somos o que lembramos, mas só lembramos
porque esquecemos.
Lembramos de um fato central porque esquecemos dos acessórios. Você se lembra
quem passou ao seu lado quando tomou o livro nas mãos na livraria? Nem mesmo se
era homem ou mulher... Esquecemos dos fatos acessórios, mas esquecemos também de
coisas cruciais: aí se insere a base neural do conceito freudiano de repressão e
da noção pavloviana de extinção, aplicada aos processos de aprendizagem.
Esses eventos psicológicos do dia-a-dia dependem de neurônios, sinapses,
neurotransmissores e impulsos nervosos — não são abstrações etéreas de realidade
duvidosa. ‘‘A arte de esquecer’’ nos cativa porque nos faz aprender muitos
detalhes científicos da neurobiologia da memória, sem que nos demos conta disso,
tranquilamente, sussurrantemente.
Você não irá se esquecer dele.
Roberto Lent
Professor titular e diretor do
Instituto de Ciências Biomédicas
da Universidade Federal do Rio de Janeiro
SOBRE O AUTOR
IVÁN IZQUIERDO é médico, professor e neurocientista. Nasceu na Argentina,
mas naturalizou-se brasileiro e mora em Porto Alegre há quase trinta anos.
Lecionou em inúmeras instituições de ensino superior, entre elas a Univ. de
Buenos Aires, a Univ. do Rio Grande do Sul — onde ajudou a criar a pós-graduação
em bioquímica — , e a PUC do Rio Grande do Sul — onde dirige o Centro de Memória
do Instituto do Cérebro. Membro de várias Academias e sociedades científicas do
país e do exterior. Recebeu mais de cinquenta prêmios e distinções nacionais e
internacionais. É um dos mais respeitáveis especialistas em fisiologia da
memória do mundo e descobriu os principais mecanismos moleculares da formação,
evocação, persistência e extinção das memórias. Izquierdo destaca-se entre os
cientistas brasileiros mais citados em todas as áreas do conhecimento.
Medo, apreensão e ansiedade podem assumir muitas formas
diferentes em crianças.
Todas sentem medos em determinadas fases da vida, e faz parte do crescimento.
Sabemos, por exemplo, que as crianças pequenas têm medo de se separar da mãe, e,
ao mesmo tempo, começam a sentir medo de pessoas novas e estranhas. Um pouco
mais tarde, a maioria das crianças passa a ter medo do escuro. Os primeiros anos
na escola sempre causam temores e perturbações. Na adolescência, a inibição e a
timidez se tornam uma parte muito comum, e muitas vezes perturbadora do
desenvolvimento da maturidade. Em geral, quando aparecem, esses medos costumam
apenas ser parte do processo normal de desenvolvimento pelo qual todos nós
passamos. Algumas vezes, porém, os medos e as inquietações chegam ao ponto de
constituir um problema para a criança. Muitos adultos acreditam que a infância é
uma época de total liberdade e falta de responsabilidade.
Por mais surpreendente que pareça, a ansiedade é o problema mais comum em
crianças de todas as idades e afeta da infância a adolescência.
Controlar a ansiedade e ajudar a criança a ter segurança e controle sobre a
própria vida são praticamente a mesma coisa, qualquer que seja a forma que a
ansiedade assuma.
Neste livro, vamos descrever alguns tipos comuns de ansiedades infantis,
aumentar seu conhecimento sobre as ansiedades infantis e ensiná-lo a ajudar seu
filho a dominar os próprios medos. Discutiremos todos os tipos de ansiedade -
dos medos menores, temporários, que muitas crianças sentem, aos problemas mais
persistentes, mais graves e invasivos, capazes de impor pesadas restrições à
vida da criança. E, o que é mais importante, descrevermos em detalhes as
aptidões e estratégias que podem ser usadas para ajudar a criança a controlar
seus medos.
Este livro é direcionado a profissionais, técnicos e estudantes das áreas de
Psicologia e Psicoterapia, e áreas correlatas, e pais de crianças com
características e sintomas da ansiedade.
SOBRE OS AUTORES
RONALD M. RAPEE, Ph.D., é professor no Departamento de Psicologia na
Macquarie University, em Sidney, Austrália.
SUSAN H. SPENCE, Ph.D., é professora de psicologia
na Universidade de Queensland em Brisbane, Austrália.
VANESSA COBHAM, Ph.D., é palestrante do
Departamento de Psicologia na Universidade de Queensland, em Brisbane.
ANN WIGNALL, M. Psych., é psicóloga clínica no
Departamento de Psiquiatria da Criança e do Adolescente, no Royal North Shore
Hospital, em Sidney.
2 CURSOS AO VIVO
para profissionais de saúde mental
No Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP - Universidade de São Paulo
Qual o papel dos intelectuais no desenvolvimento cultural de seu tempo? A
pergunta que intrigou e ainda intriga tantos pensadores é respondida de forma
brilhante por Bauman.
Partindo da natureza da cultura nos períodos que se convencionou chamar de
modernidade e pós-modernidade, ele examina a formação da categoria de
intelectual e sua progressiva passagem da função de legislador à de intérprete.
Na modernidade, o intelectual tinha a tarefa de formar os homens. Sua função de
legislador era legitimada pelo conhecimento superior sobre as coisas do mundo e
decisiva para o aperfeiçoamento da ordem social. Na pós-modernidade, o
intelectual é caracterizado pelo trabalho de intérprete: procura facilitar a
comunicação entre indivíduos, atuando como uma espécie de negociador em tempos
de globalização e de afirmação de diversidades. Um livro fundamental para a
compreensão de nossa época.
Prefácio especial do autor explicando como criou o conceito de Modernidade
Líquida a partir da crítica da noção de pós-modernidade.
Tradução Renato Aguiar
SOBRE O AUTOR
ZYGMUNT BAUMAN, sociólogo polonês, iniciou sua carreira na Universidade
de Varsóvia, onde teve artigos e livros censurados e em 1968 foi afastado da
universidade. Logo em seguida emigrou da Polônia, reconstruindo sua carreira no
Canadá, Estados Unidos e Austrália, até chegar à Grã-Bretanha, onde em 1971 se
tornou professor titular da Universidade de Leeds, cargo que ocupou por vinte
anos. Responsável por uma prodigiosa produção intelectual, recebeu os prêmios
Amalfi (em 1989, por sua obra Modernidade e Holocausto) e Adorno (em 1998, pelo
conjunto de sua obra). Atualmente é professor emérito de sociologia das
universidades de Leeds e Varsóvia. Tem mais de dez obras publicadas no Brasil
por Jorge Zahar Editor, todas elas de grande sucesso, dentre as quais podemos
destacar Amor Líquido, Globalização: as conseqüências humanas e Vidas
Desperdiçadas.
Este caderno de exercícios oferece dicas e sugestões práticas, simples e viáveis
para você aprimorar seu autoconhecimento e aperfeiçoar-se na conquista de seu
bem-estar! Esses exercícios ajudam a ajustar as transformações que ocorrem nas
bases de nossa vida e que acabam gerando as crises. Através deste caderno você
perceberá que esses momentos também podem ser vistos como uma oportunidade para
redefinir nossos valores e realizar as mudanças necessárias.
Decorrente da mudança percebida nas relações humanas, que exige a abordagem de
assuntos como a interculturalidade, a vulnerabilidade das relações, a
espiritualidade, a tecnologia, entre outros, os autores apresentam o segundo
volume do consagrado Manual de Terapia Familiar. O âmbito continua sendo a
prática clínica, aliada às pesquisas mais recentes e à narração de casos
clínicos, contando com a contribuição de renomados terapeutas brasileiros.
Prefácio ix
Parte I - Terapia familiar no contexto contemporâneo
Capítulo 1. Novos rumos da família na contemporaneidade
Capítulo 2. Quem, o quê, quando e como? Manejando o contexto terapêuticona
prática sistêmica
Capítulo 3. Famílias com crianças e adolescentes em situação de risco
Capítulo 4. Família e orientação profissional
Capítulo 5. Família e escola: uma parceria possível na prevenção de uso de
drogasentre adolescentes
Capítulo 6. Separação ou abandono?
Capítulo 7. Tutores de resiliência na família
Parte II - Terapia familiar e suas expansões
Capítulo 8. Terapia familiar e suas possibilidades: reflexões baseadasem um
estudo de caso
Capítulo 9. O computador como instrumento interativo na terapia familiar
Capítulo 10. Intervenções familiares em psicoterapias individuais eintervenções
individuais em terapias de famílias
Capítulo 11. Atendendo empresas familiares
Capítulo 12. Terapia comunitária: O inédito viável no atendimento a famílias em
comunidades
Parte III - Terapia familiar e interdisciplinariedade
Capítulo 13. A família como a porta de entrada para a abordagem integralda
criança e do adolescente
Capítulo 14. Intervenções sistêmicas “relâmpagos” em clínica psiquiátrica
Capítulo 15. Contribuições da terapia familiar ao programa de saúde da família
Capítulo 16. Mediação familiar
Capítulo 17. Terapia familiar e espiritualidade
Parte IV - Terapia de casais
Capítulo 18. Fantasias sexuais e conjugalidade
Capítulo 19. Escolha e Destino: casais interculturais
Capítulo 20. Relacionamentos descartáveis
Capítulo 21. Educar para a conjugalidade: que a vida não nos separe
Nesta obra, a psicanalista francesa Françoise Dolto discorre sobre a fé da perspectiva de sua experiência cristã e de sua prática psicanalítica, com a condução do colega de profissão Gérard Sévérin. O livro relata a visão particular da psicanalista sobre a fé, a partir da leitura dos Evangelhos. Criada na religião católica romana, Dolto, na juventude, estudou os textos bíblicos. Já psicanalista, descobriu que a educação religiosa recebida por tantos de seus pacientes muitas vezes é inimiga da vida e da compaixão, em contradição com aquilo que lhe parecia ser a mensagem de amor e alegria dos Evangelhos. Segundo a autora, este livro busca mostrar que Jesus não conduz uma moral, mas ensina e provoca o desejo.
Tradução Marisa Rossetto
Sobre o autor Psicanalista e pediatra francesa, Françoise Dolto (1908-1988) especializou-se em psicanálise infantil, área em que se consagrou. Iniciou sua carreira como membro da Associação Psicanalítica Internacional, era admirada por psicanalistas como D. W. Winnicot
A física do sucesso traz um tema inédito: como as teorias da física quântica
podem influenciar o curso da vida. Psicóloga com trinta anos de experiência em
estudos que investigam a conexão entre mente e corpo, Natalie Reid explica os
conceitos quânticos com clareza e simplicidade.
O livro da Editora Nova Era apresenta um campo da ciência que revela como o
mundo realmente funciona. Por meio de seu próprio exemplo, a física quântica
mostra que as pessoas têm poder sobre suas vidas – muito maior que o senso comum
supõe. Essa ciência mostra que o ser humano pode criar sua própria realidade.
Com seu plano de ação composto de cinco passos, Natalie Reid aponta o caminho
para uma vida mais bem-sucedida, feliz e cheia de significado. O método ensinado
pela psicóloga em A física do sucesso pode ser usado para modificar qualquer
aspecto do cotidiano, seja no que se refere a relacionamentos, questões de
trabalho, dinheiro, saúde, bens materiais ou qualquer outra área que se queira
mudar.
O processo de cinco passos ensinado por Natalie é um modo de ação prático, que
não oferece dificuldade de execução.
Qualquer um pode executá-lo, pois as ferramentas necessárias para colocar o
método em prática – pensamentos, atitudes e sentimentos – estão disponíveis para
todos. Democrático, o processo para melhorar a vida ensinado em A física do
sucesso não tem prazo de validade ou execução. Ele pode levar o tempo que for,
curto ou longo.
SOBRE A AUTORA
NATALIE REID combina trinta anos de experiência em psicologia, conexões
entre mente e corpo e meditação com estudos sobre física quântica. PhD em
psicologia, Natalie trabalha como consultora de grupos e indivíduos.