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Título: Acompanhamento terapêutico e a clínica da pessoa

 
 
 
Livro: Acompanhamento terapêutico e a clínica da pessoa

 

Acompanhamento terapêutico e a clínica da pessoa


Autor(es): 

Gilberto Safra

Editora:  Instituto Sobornost (a obra de Gilberto Safra)
Área(s): 

AT (Acomp. Terapêutico.)


Páginas:livreto (4 pág) + 1 DVD


Preço: R$ 39,00
  Disponibilidade: envio em 2 dias úteis + prazo do frete


Descrição:


Aula ministrada em 22 de agosto de 2009
Gravação em DVD - Duração: 1 hora e 49 minutos.

Trecho inicial da aula

Para que se possa abordar a questão da pessoa quando se trata de  acompanhamento terapêutico é necessário que em primeiro lugar se possa voltar a atenção para o conceito de pessoa. Na medida em que o conceito de pessoa significa certo modelo antropológico, modelo de ser humano, ele explicita qual tipo de abordagem seria demandada quando nós temos como tarefa algum tipo de cuidado.  Isto é, um modo de cuidar do ser humano está intrinsecamente ligado ao tipo de modelo antropológico que temos. À  medida que possamos explicitar o que significa falar em pessoa, nós vamos automaticamente poder desenvolver, desdobrar quais as tarefas fundamentais para uma clínica assentada nesta perspectiva.
Freqüentemente o conceito de pessoa foi tratado de uma maneira derivada da perspectiva de persona. A idéia de persona implicava uma questão de máscara que se utilizava no teatro. Durante muito tempo se considerou pessoa como uma máscara. Não é nessa perspectiva  que  estamos trabalhando. Falar de pessoa como máscara é falar de alguém sem presença, sem interioridade. O conceito de pessoa, a partir do qual trabalho, começa a se desenvolver mais amplamente de forma contundente no século IV  DC. É uma abordagem que procura acessar quais os fundamentos do humano e, com freqüência venho assinalando  a importância de, na atualidade, voltarmos a atenção para esses fundamentos: o registro ontológico.
Decidi trabalhar com o conceito de pessoa  por um posicionamento frente à maneira habitual como  o ser humano vinha sendo tratado pela Psicologia e pela Psicanálise. É importante reconhecer que tanto uma como a outra iniciam seus desenvolvimentos, influenciadas pelo projeto da modernidade. Ambas estão profundamente enraizadas neste projeto. Em determinado momento da história se considerou que a razão humana seria o meio pelo qual o ser humano poderia não só tratar de sua vida mas tratar do mundo na sua totalidade. A razão humana seria  a medida fundamental pelo qual o ser humano poderia acessar o conhecimento. É desta perspectiva que vamos ter o modelo de pessoa que vai  falar do homem como ser racional A razão como o grande fundamento para se acessar a vida humana e as coisas.  Tudo deveria ser racionalizado, tudo poderia ser dominado pela razão humana. A Psicanálise surge nessa perspectiva, em determinado momento como um primeiro movimento que põe em questão este modelo de Homem, na medida em que Freud vai mostrar que o comportamento humano estaria não só dominado pela racionalidade mas pela dimensão irracional, isto é, todas as questões relacionadas ao inconsciente. Vemos na Psicanálise um movimento de por em questão o homem-razão e o fato da consciência ser determinada por princípios racionais. Embora a Psicanálise reconheça ser o comportamento determinado pelo inconsciente, por algo que está para além da razão, vamos ver na Historia da Psicanálise uma perspectiva em que o trabalho com o Outro, com o ser humano, implicaria colocar  dimensões ligadas ao inconsciente submetidas ao discurso. Colocar toda dimensão da irracionalidade, simbolizada e significada no lógico. Perspectiva que vamos encontrar na Psicanálise discutida quando Freud apresenta os dois princípios  fundamentais, o principio do prazer e o principio secundário. De modo a assinalar  que há uma dimensão que estaria relacionada ao prazer propriamente dito e que implicaria uma apreensão da realidade interpretada pelo desejo. E uma dimensão dos processos secundários, dimensão que implica poder se articular nas dimensões do tempo e espaço convencionais. Deste modo teríamos dois modos, um marcado pela irracionalidade, pelo desejo, e outro pelo lógico. Neste percurso temos muitos autores que vão gradualmente reposicionar todo este tipo de questão. Um dos autores que faz isso é  Winnicott, quando vai rediscutir toda problemática humana a partir da referencia da existência. Winnicott  faz uma torção fundamental dentro da Psicanálise porque enquanto dentro da Psicanálise tradicional temos um predomínio do verbal, Winnicott vai colocar a importância de se pensar o Homem, não como assentado no verbal, mas no gesto. Gesto que ocorre como meio pelo qual o individuo constitui seu existir.


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Título: Acompanhamento terapêutico e a clínica da pessoa  
 
 
   
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