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Livro: 50 crônicas escolhidas - Ed. de Bolso

 
 
 
Livro: 50 crônicas escolhidas  -  Ed. de Bolso

 

50 crônicas escolhidas - Ed. de Bolso


Autor(es): 

Rubem Braga

Editora:  Best Seller
Área(s): 

Letras / Literatura

ISBN: 9788577990504


Páginas:168 pág.


Preço: R$ 15,48
  Disponibilidade: Por encomenda - envio estimado em 9 dias úteis + prazo do frete

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Descrição:


Produzidas por Rubem Braga entre 1935 e 1977, as 50 crônicas reunidas nesta antologia foram extraídas da famosa coletânea 200 crônicas escolhidas, organizada pelo próprio autor. “Talvez não existam na literatura de Rubem as melhores crônicas, mas as necessárias, aquelas que melhor exprimem seu temperamento de homem e de artista. Poderiam ser 100, 200 ou 500, e sempre teríamos de Rubem antologias modelares, e sempre não se cansaria o leitor de percorrê-las, para crescer como ser humano, para saber mais sobre a nossa gente, para saber mais sobre o Brasil, com nosso jeito e nosso gosto – uma identificação de alma, diria o cronista. Mais do que tudo, porém, este volume apresenta 50 crônicas fortes o suficiente para confirmar Rubem Braga entre os mais importantes prosadores da língua portuguesa. Naquele grupo em que se concentram Raul Pompéia, Machado de Assis, Clarice Lispector ou Guimarães Rosa, na pureza essencial das obras plenamente realizadas.” (Do prefácio de André Seffrin)

Sobre o autor
Rubem Braga Na cidade de Cachoeiro do Itapemirim, no estado do Espírito Santo, nasce Rubem Braga em 12 de janeiro de 1913. Aprende a ler em casa. Na década de 30, muda-se para o Rio, onde estuda Direito na Faculdade Nacional. Muda-se logo depois para Belo Horizonte, onde conclui o curso. Durante a época de estudante, assina crônicas diárias no Diário da Tarde, dando início à carreira de jornalista. Faz oposição ao Estado Novo e escreve para jornais de esquerda. Numa viagem a Porto Alegre, chega a recebeber ordem de prisão, mas é solto por intervenção de um amigo jornalista. Funda, em 1935, o jornal Folha do Povo, em Recife. Seu primeiro livro é publicado em 1936: O conde e o passarinho. A atividade de escritor, conciliada com a de repórter, é exercida em diversos jornais e revistas do Brasil, morando em São Paulo, Recife, Belo Horizonte, Porto Alegre e, finalmente, Rio de Janeiro outra vez, onde funda, com Samuel Wainer, a revista Diretrizes, em 1938. Casa-se apenas uma vez, com Zora Seljan, que lhe dá um filho, mas divorcia-se tempos depois. Em 1943, chefia o setor de publicidade do Serviço Especial de Saúde Pública, mas não demora a voltar ao jornalismo. Como correspondente do Diário Carioca durante a Segunda Grande Guerra, acompanha a Força Expedicionária Brasileira na campanha da Itália. Logo depois do conflito, em 1947, muda-se para Paris. Nos anos 50, por força da profissão, viaja por todo o mundo, morando em Santiago do Chile em 1955. Esta é, aliás, a década classificada por muitos como "os anos de ouro" da crônica brasileira, na qual Rubem Braga assina seção semanal na revista Manchete, assim como Paulo Mendes Campos, Sérgio Porto e Antônio Maria. Em 1961, duarante o governo Jânio Quadros, é nomeado embaixador do Brasil em Marrocos, cargo que deixa dois anos mais tarde. Famoso pelo temperamento sisudo - raramente sorria -, chega aos anos 70 dedicando-se mais a escrever sobre o cotidiano no apartamento de cobertura em Ipanema, o que não interrompe sua ligação com o jornalismo. A partir de 1977, passa a trabalhar como redator no telejornalismo da Rede Globo. Paralelamente, mantém-se como colaborador de vários jornais, como O Dia, do Rio de Janeiro, onde escreve sua última crônica. Rubem Braga morre em 19 de dezembro de 1990, no Hospital Samaritano, no Rio de Janeiro, vítima de um câncer na laringe, e o corpo é cremado em São Paulo. É considerado o maior cronista brasileiro desde Machado de Assis, com influências sobre outros grandes nômes da crônica, como Fernando Sabino (parceiro na direção de uma editora) e Luis Fernando Veríssimo. Calcula-se em mais de 15 mil o número de crônicas cocebidas por ele.


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Livro: 50 crônicas escolhidas - Ed. de Bolso  
 
 
   
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