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Título: Sobre o cotidiano como horizonte de revelação

 
 
 
Livro: Sobre o cotidiano como horizonte de revelação

 

Sobre o cotidiano como horizonte de revelação

- Diálogo entre Adélia Prado e Gilberto Safra
Autor(es): 

Adélia Prado, Gilberto Safra

Editora:  Instituto Sobornost (a obra de Gilberto Safra)
Área(s): 


Páginas:livreto (4 pág.) + 2 DVDs


Preço: R$ 89,00
  Disponibilidade: envio em 2 dias úteis + prazo do frete


Descrição:

Conferências proferidas em 15 de novembro de 2012 no VII Congresso Internacional de Acompanhamento Terapêutico, realizado em São Paulo

Profa. Adélia Prado e Prof. Dr. Gilberto Safra

gravadas em 2 DVDs

Duração total: 1 hora e 50 minutos

 


 

Trecho inicial da conferência de Adélia Prado 

Estou aqui num congresso de especialistas, pessoas que  dominam o assunto teoricamente e na prática... estou me sentindo um pouco aflita ao começar. Como o sapo que foi na festa do céu onde só podiam entrar animais que tinham pena, então ele foi dentro da viola do urubu. Então estou me sentindo assim, cheguei  na festa do céu escondida. Mas eu preciso começar a falar algo...
Quando se falou de cotidiano. Cotidiano é o que eu tenho! E desde a minha primeira publicação, os críticos, às vezes no mau sentido,, às as vezes no bom, me diziam: “esta é uma poesia do cotidiano”, uma poesia que fala de coisas corriqueiras. E ficou como sendo um carimbo: poesia do cotidiano. Mas eu acredito que estou aqui nesse congresso não por causa do cotidiano, mas de um cotidiano visto através da experiência poética. Eu acredito que nós todos, humanos, desde o profissional mais capacitado até a pessoa menos escolarizada, nós só temos o cotidiano,  Ninguém tem mais que isso. O que nos constitui, o que constitui a nossa experiência no planeta é o cotidiano, com suas necessidades,, suas paixões e seus percalços. Eu não vejo que qualquer obra ou comportamento religioso, artístico, terapêutico se constitua de maneira salutar sem que este cotidiano fique, esteja implícita ou explicitamente inserido. Como o profissional falou aqui antes, não se pode fazer uma terapia baseada em decisões de gabinete, de natureza teórica, porque tudo vai ser aplicado a um ser humano que vive cotidianamente as mesmíssimas experiências -- e estas que nos afetam.
Acho que fui chamada por causa da poesia. Quando se fala que uma obra poética é feita num estado de elevação quase mística, quase inalcançável, eu acho que é o contrário! Estou falando da minha experiência, que é o que eu posso oferecer.

 

 
Trecho inicial da conferência de Gilberto Safra

 Eu quero expressar minha satisfação de estar aqui. Algo que o Kleber (*) não contou... esse poema era um segredo e se foi como segredo. Eu não fiz este poema, eu sonhei este poema e sabia que era para Adélia. Foi surpreendente. Sonhar com um poema é um ponto de partida para poder refletir sobre questão do cotidiano e as questões que Adélia apresentou. É algo que me significa muito.
Marion Milner, psicanalista inglesa, nos fala o que é para ela a natureza do inconsciente. Nos diz que o inconsciente é fundamentalmente poético. Traz esta modalidade do que é compreensão do inconsciente. E falar que o inconsciente é poético é falar que o inconsciente não seria algo a ser decifrado, mas algo a ser colhido como mensagem. Que parte  da própria interioridade para si e para o outro. É disto que eu gostaria de falar.
Sempre me encantou a obra da Adélia porque o cotidiano sempre estava ali apresentado. Mas sempre considerei que a obra de Adélia era muito importante para nós psicanalistas porque as poesias da Adélia nos traziam algo de resistência diante das condições do mundo. E algo de resistência porque nas poesias da Adélia  se presentificava a memória do humano,dos fundamentos da condição humana. Isso sempre me pareceu muito importante de observar e considerar. Por isso penso que a leitura dos textos da Adélia refresca a experiência da interioridade, justamente porque possibilita a recordação de uma memória preexistente à própria mente, daquilo que são os fundamentos da experiência humana. E falar então a partir da obra da Adélia, vista como memória do humano, nos permite acessar  alguns elementos fundamentais  (que Adélia nos apresentou) para abordar a condição humana no mundo contemporâneo e a situação clínica, seja lá onde for, seja no consultório, seja na cidade, não importa onde ela possa acontecer.
 Trazendo esta perspectiva do que Adélia nos refresca, implica poder reconhecer a fecundidade presente no cotidiano de todos nós. É muito importante do ponto de vista clínico, na atualidade, contemplar a complexidade da condição humana neste momento em que há uma hipertrofia da técnica e da funcionalidade.

(*) Kleber Duarte Barreto, que fez a abertura do evento.

 

 

 



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Título: Sobre o cotidiano como horizonte de revelação  
 
 
   
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