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Livro: Revista ide nº 41 - Erotismo

 
 
 
Livro: Revista ide nº 41 - Erotismo

 

Revista ide nº 41 - Erotismo


Autor(es): 

Editora:  .SBPSP - Sociedade Brasileira de Psicanálise - SP
Área(s): 


Páginas:166 pág.


Preço: R$ 0,00
  Não Disponível

Descrição:

ide Nº 41 - erotismo

Índice  
Editorial  5
  
Em pauta – erotismo 
 
 As três faces de Eros: ensaio sobre o amor contrário
Fabio Herrmann 8

 Chuvas de verão: uma reflexão em torno do erotismo
Sonia Curvo de Azambuja 16

 O erotismo e o tempo
Luciana Estefno Saddi 19

 Sobre o êxtase
Contador Borges 24

 Erotismo, morte e fusão em Bataille
José Martins Canelas Neto 35

 Corpos contemporâneos, corpos transgressores: lugar em que outros não estão
Giovanna Bartucci 41

 O corpo do artista na experiência estética contemporânea
Arley Andriolo 45

 Inventando corpos e/ou desvelando o erótico em inquietante devassidão: o encantamento dolorido
Miriam Chnaiderman 51

 Sexualidade: o fogo da vida
Juan Vives-Rocabert 57

 O conhecimento proibido da psicanálise
Manuel da Costa Pinto 63

 Erotismo e melancolia nas Mil e uma noites
Mariza Martins Furquim Werneck 67

 Essa sacanagem
Eliane Robert Moraes 75

 Prazer e perigo: notas sobre feminismo, sex-shops e S/M
Maria Filomena Gregori 81

 Eróptica: etnografia palpitante para um olhar díspar
Massimo Canevacci 91

 As noções de pudor e de corpo erótico fragmentado na adolescência: os desafios da análise em tempos pós-modernos
Mônica G. T. do Amaral 97

 Incesto: o corpo roubado
Juan Eduardo Tesone 107

 Do corpo-narcísico ao corpo-imagem: o erotismo nos dias atuais
Suely Gevertz 115
  
Artigos 
  
 Psicanálise, ciência e arte: Michael Rustin e a formação estética do psicanalista
João A. Frayze-Pereira 124
  
Entrevista 
  
Philippe Jeammet
Adolescência: espelho da sociedade  138
  
Publicações 
  
"Homens ocos", "Funesto desespero": a psicanálise diante da violência
Renato Mezan 146

Drogo não conhecia o tempo no deserto dos tártaros
Yone Vitorello Castelo 151

Criatividade, genialidade e o establishment
Beatriz da Motta P. Tupinambá 154

A construção de um conceito
Gilca Zlochevsky 156

Os alcances do silêncio
Daniel Delouya 158

O avesso do avesso...
Josefina Paulon 161
   
Orientação editorial e Normas para a publicação de artigos e resenhas
 164

Editorial

A Revista ide nasceu em 1975.Nesses trinta anos tornou-se um acervo precioso, resultado do intenso trabalho de todos os editores desse período.Mais de perto pudemos acompanhar Leopold Nosek, Chulamit Terepins, Eva Ocougne, Alan Meyer, Cassia Bruno e Sandra Gonçalves, por meio dos quais tivemos o privilégio de participar da história viva da revista.
    
A atual equipe tem como proposta editorial preservar a tradição da interlocução com a cultura. Propomos um diálogo com colegas de outras instituições psicanalíticas, de outros campos do saber como antropologia, artes plásticas, filosofia, literatura, medicina, sociologia etc.

Desde o início das discussões, nosso grupo mergulhou na dimensão cultural, de forma intensa, no sentido estrito de ir às raízes. Somos feitos de clínica. A clínica, como sabemos, se constitui no corpo da psicanálise, um corpo que se encontra imerso por inteiro no caldo da cultura. Tendo isso como norte, a ide abre as janelas do consultório e aterrissa, sem receio, na vida cotidiana.

Este número revela nossas inquietações referentes ao erotismo, tema que nos foi presenteado por Luciana Saddi, e que abre um vasto campo de estudos. A revista procurou lançar um olhar contemporâneo sobre o tema, sem esquecer-se de que é na subjetividade que ele se constitui.

Vários autores transitam por questões relativas ao lugar que o "corpo contemporâneo" ocupa na constituição do sujeito. A análise em torno da construção artística de Nazareth Pacheco, feita por um dos colaboradores, questiona a noção de sujeito psíquico e indaga: no jogo erótico, quem goza com o gozo de quem?

Octavio Paz tece conexões entre amor-erotismo e a simbolização, a linguagem, a criatividade. Por outro lado, as idéias de Bataille, que consistiram num dos eixos das reflexões, já trazem na sua total radicalidade a estreita relação entre erotismo e morte. Quase sem saída, ainda procuramos uma certa leveza: como não encontrá- la fazendo parte de um país considerado tão erótico?

Afinal, o que há de erótico no erotismo? E de que erotismo estamos falando? Um dos autores pergunta se, diante o exposto, não estaria um pouco fora do mundo uma psicanálise que sustentasse a coincidência de vida, amor e rotismo em Eros. Outro aponta que sexo é sempre o mesmo, enquanto erotismo é, por definição, invenção. O leitor perceberá que os artigos deixam inevitavelmente espaço para essa invenção.

Arte ou pornografia? Eis uma indagação que percorre o pensamento de vários articulistas.
Essa sacanagem é a expressão que figura no título de um dos textos que, ao adentrar a literatura, mostranos como o movimento modernista derrubou muros para a expressão do erotismo literário, até então objeto de mordaça no Ocidente, e cuja produção se dava na clandestinidade.
    
"Sem pecado não há Eros, nem suas lágrimas" é uma das tônicas de Canevacci, que, em parceria com Bataille, aproximou-se da psicanálise para desenvolver a função do olhar enquanto objeto pulsional.

Das diversas leituras, ficam o efeito desorganizador que o erotismo provoca e sua relação direta com a transgressão, que trazem à tona, nas palavras de Octavio Paz, o amor erótico como investimento ricamente construtivo e devastadoramente subversivo.

RESUMOS

As três faces de Eros
ensaio sobre o amor contrário

Fabio Herrmann

Este ensaio procura desfazer uma confusão ideológica que vem de longa data: a que, sob o nome de Eros, reúne e identifica erotismo com amor e vida. São revistas algumas das razões de tal aglomerado teórico e as condições históricas que hoje o tornam não apenas impreciso, mas nocivo. Em particular, discute o poder aglutinador das figuras metafóricas, as míticas acima das demais, para sugerir que se adotem pelo menos três versões distintas do mito de Eros, já que dificilmente os analistas poderiam abrir mão de alguma referência mitológica. A demonstração tem como centro uma parábola, de autoria própria, que situa a natureza do erotismo agônico de nossa época.

 

Chuvas de verão:
uma reflexão em torno do erotismo

Sonia Curvo de Azambuja

Reflexão sobre o erotismo na velhice com base no filme Chuvas de verão, de Cacá Diegues, em que se trata da atmosfera simbólica, constitutiva da sexualidade humana.

 

O erotismo e o tempo
Luciana Estefno Saddi
 
A autora trata de problemas como virgindade, pedofilia, envelhecimento e relação homem/mulher, sugeridos nos romances A casa das belas adormecidas, de Yasunari Kawabata, e Memórias de mis putas tristes, de Gabriel García Marquez. Parte da idéia de que os livros possuem um mote comum: seus personagens principais, homens idosos, se apresentam numa situação sexual inusitada, em que pagam para dormir com meninas nuas e virgens previamente narcotizadas, em sono profundo. E de que ambos revelam formas particulares de compreender o erotismo e o amor, de tratar o objeto amoroso e de lidar com o sagrado e com o profano, que a autora acredita repousar nas culturas nipônica e latina, respectivamente.

 

Sobre o êxtase
Contador Borges
 
Este trabalho se propõe estudar, na obra de Georges Bataille, o impacto e a repercussão de fotografias sobre um suplício chinês em face das questões do erotismo e do êxtase místico.

 
Erotismo, morte e fusão em Bataille
José Martins Canelas Neto

Este trabalho faz uma leitura das idéias de Georges Bataille sobre o erotismo, relacionando-o à busca da fusão com o objeto primário, característica da dissolução dos limites, que é comum na cultura e na clínica psicanalítica atual.

 

Corpos contemporâneos,
corpos transgressores:
lugar em que outros não estão
Giovanna Bartucci

Tendo feito avançar anteriormente a idéia de que, em face das características das subjetividades na contemporaneidade, processos constitutivos impõem-se aos sujeitos, tornando-se necessário supor a existência de um "lugar psíquico de constituição de subjetividade" por meio do qual processos fundadores do sujeito possam se dar, a autora entende que também o "corpo contemporâneo", lugar transgressivo "em que outros não estão", se constitui em um "lugar (psíquico) de constituição de subjetividade".

 

O corpo do artista na experiência
estética contemporânea

Arley Andriolo

Este artigo examina a questão do corpo como condição da experiência estética. Em particular, procura apresentar o problema contido na proposição de Merleau-Ponty acerca da carne em face de alguns movimentos da arte contemporânea nos quais o corpo do artista parece dessensualizado e ausente.

 

Inventando corpos e/ou desvelando
o erótico em inquietante devassidão:
o encantamento dolorido

Miriam Chnaiderman

É em nosso corpo que experimentamos a obra de Nazareth Pacheco. Penetrar os cortinados feitos de lâminas de barbear e miçangas, no seu brilho sedutor, fascinante, faz com que os rasgos aconteçam e esmigalhem imagens corporais, dilacerando qualquer identidade possível. Um erótico surpreendente, inusitado. A análise do trabalho de Nazareth Pacheco a partir de Bataille, Sade e Octavio Paz leva a noção de sujeito psíquico a ser questionada.

 

Sexualidade: o fogo da vida

Juan Vives-Rocabert

O artigo faz uma revisão crítica do livro A dupla chama, escrito por Octavio Paz próximo ao final de sua vida, quase com oitenta anos de idade. Em seu ensaio, o escritor mexicano analisa os estreitos vínculos existentes entre a sexualidade, o erotismo e o amor. Aborda também a questão da proximidade do amor com a morte (Eros e Tânatos), bem como a da sexualidade com a transgressão, desenvolvendo, assim, uma linha de afinidade com as características demoníacas e perverso-polimorfas descritas por Freud em sua primeira teoria das pulsões.

 

O conhecimento proibido da psicanálise
Manuel da Costa Pinto

A psicanálise se inscreve no tema do "conhecimento proibido" descrito pelo ensaísta norte-americano Roger Shattuck.

 

Erotismo e melancolia nas Mil e uma noites

Mariza Martins Furquim Werneck

O artigo trata do universo erótico presente no Livro das mil e uma noites, que, por suas características, pode ser pensado como um manual de arte amorosa semelhante aos livros do gênero produzidos na Antiguidade. Entre as inúmeras figuras amorosas nele encontradas, destaca três delas: a princesa Sheherazade, que cumpre o papel de narradora, o eunuco, ser castrado, e, no entanto, o objeto de desejo mais cobiçado dentro dos haréns, e o sultão Harun Al-Rachid, personagem construída à maneira dos heróis gregos. A partir de Harun Al-Rachid pretende demonstrar que as personagens do livro são elaboradas à luz da doutrina dos humores e dos quatro temperamentos, mais especificamente, no caso, à luz da melancolia, e são dotados de características psicológicas tão densas quanto as dos personagens literários contemporâneos.

 

Essa sacanagem

Eliane Robert Moraes

Embora a intenção obscena se faça presente desde os primórdios da nossa cultura escrita, a admissão explícita do erotismo como expressão literária só começa a ganhar maior evidência no Brasil a partir da Semana de 22. Foram os modernistas que, no empenho de conquistar a linguagem coloquial para a literatura, incorporaram as formas mais "rebaixadas" da língua, por mais "impuras" que fossem. Nesse sentido, Macunaíma é um texto exemplar, sobretudo na sua primeira versão, uma vez que ela inclui uma passagem fortemente pornográfica, suprimida por Mário de Andrade nas edições seguintes do livro.

 

Prazer e perigo: notas sobre feminismo, sex-shops e S/M1

Maria Filomena Gregori


O objeto deste artigo é discutir as novas conceituações sobre a sexualidade, o desejo e o corpo desenvolvidas pelas teorias feministas de origem anglo-saxã no exame da pornografia. Além de um mapeamento dessa literatura, são analisados aspectos relacionados a novas formas de erotismo, a partir de pesquisa exploratória junto a sex shops em San Francisco e Berkeley, nos Estados Unidos. São analisadas tendências presentes no universo do consumo erótico investigado: de um lado, a considerável segmentação desse mercado, ao incorporar novas preferências e demandas homoeróticas. De outro, pensar as implicações dessas novidades em face das teorias feministas sobre a pornografia.

 

Eróptica: etnografia palpitante
para um olhar díspar
Massimo Canevacci

Este ensaio focaliza o olho como meio para uma pesquisa etnográfica entrelaçada ao desejo. Emerge um conceito híbrido - eróptica - como entrelaçamento entre eros e óptica. Tal perspectiva é convalidada por uma leitura transversal de autores, conceitos, visões, obras de arte: Bataille coloca em escrita a sua capacidade pioneira de unir erotismo e etnografia. Hans Bellmer vai além com o conceito de inconsciente físico, que se concretiza em obras que dissolvem o poder platônico do andrógino originário, para afirmar a assemblage de corpos díspares e múltiplos, corpos cheios de mentes e de olhos. Para terminar, critica-se um dos textos-cultos destes anos, Mil platôs de Deleuze/Guattari: desmascarando uma filosofia separada de qualquer processo empírico e pragmático (etnográfico), que tem no corpo-sem-órgãos uma deformação abstrata e regressiva da perspectiva original de Artaud, que afirma o poder do Um filosoficamente autoconstruído. A conclusão é uma rítmica eróptica.

 

As noções de pudor e de corpo erótico fragmentado na adolescência: os desafios da análise em tempos pós-modernos

Mônica G. T. do Amaral

Pretende-se explorar as relações entre a vivência de ameaça de fragmentação do corpo erótico do jovem no mundo contemporâneo e a construção necessária do pudor, concebido como mecanismo de sublimação da pulsão escópica e de proteção/construção de um corpo sexual unificado. O pudor será apresentado como expressão alternada do desejo pelo outro e retorno sobre a intimidade, em busca de uma nova legitimação do campo do desejo (Cinq-Mars, 2002). A questão que se coloca hoje é em que medida o pudor - como expressão do segredo, da solidão e da intimidade - pode ser experimentado pela criança, e depois pelo adolescente, em um mundo onde prevalecem os reclamos do prazer, a incerteza (Bauman, 1998) e a cultura dos direitos subjetivos, hedonista e competitiva (Lipovetsky, 1992). Diante da fragilidade narcísica crescente e do comprometimento do corpo erógeno e da intimidade, o pudor se converte em elemento crucial para a preservação do espaço psíquico e da sexualidade do sujeito em formação.

 

Incesto: o corpo roubado

Juan Eduardo Tesone

Neste texto, o autor propõe como produz um efeito traumático a excitação gerada no corpo da menina que sofreu o incesto pela efração da excitação vinda do exterior sem consentimento nem desejo. Tal corpo, que responde de maneira incontrolada à excitação externa, se converte ele próprio em corpo externo, em um desdobramento do Eu. A excitação produzida, sem dúvida, não a faz desejante, pois é uma excitação des-subjetivante. É uma violência agregada à violência da penetração. O desejo não intervém, é um encontro com um acontecimento des-simbolizante, uma excitação roubada, uma fraude, pois dispara a excitação pulsional sem o consentimento do sujeito. O corpo adquire, assim, um caráter de extraterritorialidade, com um foro próprio, que requer ser castigado. Gozo mortífero que desestrutura e aniquila a capacidade desejante. O inimigo torna-se não somente o abusador, mas também o próprio corpo vivido com vergonha e até com desprezo. Uma excitação não metaforizada, pura carga, misturada com angústia, porém, excitação, no fim. O prejuízo se faz corpo... no corpo.

 

Do corpo-narcísico ao corpo-imagem:
o erotismo nos dias atuais

Suely Gevertz

Neste artigo, a autora procura refletir a respeito do erotismo atualmente, a partir das transformações advindas do desenvolvimento científico e tecnológico presentes nas sociedades ocidentais contemporâneas. Para isso, mostra a noção de corpo e imagem corporal resultantes da virtualidade e propõe o aprofundamento na questão da natureza e formação da virtualidade, a fim de que os estudiosos do ser humano possam salvaguardar sua sobrevivência psíquica.

 

Psicanálise, ciência e arte: Michael Rustin
e a formação estética do psicanalista

João A. Frayze-Pereira

Este artigo analisa criticamente as concepções de Michael Rustin sobre as dimensões científica e estética da psicanálise presentes na formação do psicanalista. Em particular, considera a formação estética do psicanalista e examina a fundamentação feita por Rustin de algumas idéias sobre arte derivadas de Klein e Bion na filosofia de Kant. Como contraponto, apresenta outras perspectivas sobre aquelas dimensões, implicadas na filosofia de Maurice Merleau-Ponty e na estética de Luigi Pareyson. No decorrer da análise, são destacadas a relação sujeito-objeto, a questão da intersubjetividade e as relações entre arte e psicanálise.


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