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Livro: Revista ide nº 43 - Biotecnologia

 
 
 
Livro: Revista ide nº 43 - Biotecnologia

 

Revista ide nº 43 - Biotecnologia


Autor(es): 

Editora:  .SBPSP - Sociedade Brasileira de Psicanálise - SP
Área(s): 


Páginas:175 pág.


Preço: R$ 40,00
  Disponibilidade: Por encomenda - envio estimado em 15 dias úteis + prazo do frete

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Descrição:

ide 43 - Biotecnologia.

Editorial  5
  
Em pauta – biotecnologia 
  
Aceleração tecnológica e quebra de representações
Alan Victor Meyer / Cláudio Rossi / Laymert Garcia dos Santos / Marcelo Leite 8
  
Psicanálise, biociência e subjetividade
Luis Carlos Menezes / Manuel da Costa Pinto / Sidarta Ribeiro 19
  
Biotecnociências: o estranhamento necessário
Felicia Knobloch 32
  
Inquietações na clínica psicanalítica: subjetividade, cidade e fundamentalismos
Marcio de Freitas Giovannetti 39
  
Quem é você?
Cintia Buschinelli 45
  
O impacto das biotecnologias: um ponto de vista
Benilton Bezerra 50
  
O rapto das metáforas
Plinio Montagna 57
  
Biotecnologias, bioidéias e o fazer-pensar psicanálise
Valéria Gimenes Loureiro 63
  
Infertilidade e o desejo de filho. Onde se passa essa dor?
Débora Serebrenick Seibel
 70
  
In corpore sano...
Erane Paladino 75
  
Clones, utopias e ficções
Carlos Vogt 80
  
A cidade de Truman
Angela Maria Rocha 89
  
Ciências do desejo: considerações sobre um saber que não se sabe. Um ensaio em dois argumentos
Maria Rita Kehl 94
  
Artigos 
  
Freud e o método psicanalítico
Fábio Herrmann 102
  
Os desenhos do outro. Freud (Sigmund)
Luis Camnitzer 108
  
Duas faces de Tânatos: O império dos sentidos e Flores Partidas
Marion Minerbo 115
  
Geopolítica da cafetinagem
Suely Rolnik 123
  
Verdade ou imaginação: uma releitura de Eros e Psiquê, de Fernando Pessoa
Adélia Bezerra de Menezes 130
  
A violência oculta
Alessandra Ricciardi Gordon / Cleusa Maria Gouveia Nery 136
  
Entrevistas 
  
Marília Aisenstein

O antipensamento e a psicossomática  142
  
Theodore J. Jacobs
A presença da pessoa do analista  146
  
Debate
ide 42: Ilusão  152
  
Publicações
O narrar é doloroso, mas também é doloroso o silêncio
Ana Maria Loffredo 164
  
Do paradoxo da fragilidade
Camila Pedral Sampaio 166
  
É possível potencializar a psicanálise
Maria Thereza de Barros França 168
  
O sonhar do analista e seu compartilhar
Milton Della Nina 170
  
Orientação editorial e Normas para publicação 172 
   
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Editorial

Como parte que somos da história da ide, tornou-se indispensável para nós resgatar o seu sentidooriginal, de modo a dar corpo ao nosso projetoeditorial. A revista nasceu com a proposta de um diálogo entre a psicanálise, a filosofia, as artes plásticas,a literatura, o cinema, a antropologia etc., numa tentativa de ampliar os campos do conhecimento. Seus fundadores imaginaram uma revista em que o pensamento pudesse flutuar, numa livre associação de idéias, uma publicação que, com esse foco, propiciasse o inacabado, o incompleto, mantendo uma possibilidade de busca constante, do desenvolver-se.

O nome ide surgiu dessa idéia de desejar e caminhar incessantemente jogo de palavras que condensa as forças provenientes do id com o imperativo do verbo  ir , do movimento de seguir adiante. Herdeiros dessa curiosidade pelo mundo, trabalhamos, neste número, com o tema Biotecnologia proposição que provoca fascínio e horror ao borrar as linhas entre o humano e o mecânico. Na aproximação com o campo da biotecnologia, nossa escuta produziu três eixos básicos, que por sua vez nortearam o encaminhamento do projeto: o impacto da tecnologia como gerador de um estranhamento, suas implicações na identidade e nas questões éticas.

De diferentes modos, os autores trazem em seus textos a tensão gerada pela ambivalência ao pensarem os efeitos da biotecnologia na experiência cotidiana.
As diversas leituras do fenômeno cuidam do que toca a subjetividade. Os textos investigam as possíveis quebras de referenciais nas concepções de corpo, de homem, de mulher, de vida, de morte e suas relações com a clínica e a teoria psicanalítica, bem como o diálogo com a bioética, passando inevitavelmente pela ficção científica.

Os autores se aventuraram por um tema árduo, difícil de ser abordado, em face de sua complexidade e da aceleração dos acontecimentos, o que demanda não só uma análise em contínua construção, como também maior distanciamento histórico. Mesmo assim, aceitaram o desafio de sustentar um pensamento que aposta na instabilidade do objeto, numa fala que carrega o prazer da  inconclusão , uma fala que quer continuar.

Um texto inédito, de Fabio Herrmann, deixa registrada a nossa saudade de um pensador que trabalhou com a psicanálise na sua errância, numa escuta que tenta se localizar entre o consultório e o mundo, marcada pela força expressiva que se resume na máxima que ele mesmo propôs:  Quem não cria, crê! .

 

Quem é você?
Cintia Buschinelli

Este artigo procura refletir sobre a inquietação que tende a se fazer presente em nós psicanalistas, quando nos defrontamos com o avanço das novas tecnologias na cultura contemporânea que se insinuou em nosso imaginário, em nosso cotidiano e em nossa sala de análise.

Palavras-chave
Constituição psíquica. Estranho. Identidade. Tecnologia.

 

O impacto das biotecnologias:
Um ponto de vista
Benilton Bezerra Jr.
 
O artigo discute o impacto das biotecnologias na cultura atual a partir de três eixos de análise: as profundas mudanças na relação entre biologia e cultura no cenário contemporâneo; as relações entre os modelos biológico e psicodinâmico no universo psi nos últimos cinqüenta anos; e a revolução ontológica anunciada pelas biotecnologias de intervenção genética.

Palavras-chave
Biotecnologias. Engenharia genética. Indústria farmacêutica e psiquiatria. Neurociências e psicanálise. Neuropsicanálise.

 

O rapto das metáforas
Plinio Montagna 
 
O autor discute questões do uso de signos, símbolos, metáforas e da concretude, na clínica psicanalítica e na comunicação humana, em situações além da representabilidade, e situa, dentro desse panorama, a condição da metáfora.

Palavras-chave
Borderline. Corpo. Experiência emocional. Linguagem. Metáfora. Representação. Simbolização. Somatização


Biotecnologias, bioidéias e o fazer-pensar psicanálise
Valeria Gimenes Loureiro

Neste artigo procuro apresentar algumas das articulações entre princípios biológicos e conceitos psicanalíticos, assinalando problemas epistemológicos. Aponto que a criação de tópicos comuns a campos de conhecimento distintos não é suficiente para assegurar a transposição direta dos conceitos, alertando para a possibilidade de ocorrer uma distorção dos problemas. Destaco a necessidade de permanente pensamento crítico acerca da assimilação dos conhecimentos provenientes das neurociências e acerca do impacto das novas tecnologias no imaginário científico. Apresento uma breve reflexão sobre o fazer-pensar psicanalítico, alimentada pelas questões levantadas.

Palavras-chave
Biologia. Memória. Psicanálise. Retranscrição (Nachträchglichkeit). Visão de mundo (Weltanschauung).


Infertilidade e desejo de filho.
Onde se passa essa dor?
Debora Serebrenick Seibel
 
O foco principal deste trabalho é comentar algumas questões trazidas pela clínica no atendimento de pacientes que atravessam a infertilidade, ou seja, a dificuldade de conseguir uma gravidez naturalmente. A psicanálise, enquanto instrumento de escuta, pode ser de grande utilidade na compreensão e no manejo de situações extremamente delicadas vividas pela forte presença de uma tecnologia muito avançada que acaba por invadir o corpo, deixando de fora as representações psíquicas. Esta conversa entre a tecnologia e a psicanálise tem se mostrado muito eficaz para ampliar as questões do corpo feminino e seus limites, assim como para aprofundar as reflexões no que diz respeito ao universo da maternidade e suas fantasias.

Palavras chave
Infertilidade. Maternidade. Psicanálise. Representação. Tecnologia.


In corpore sano…
Erane Paladino

O texto apresenta uma reflexão sobre sexualidade e corpo na contemporaneidade. Para Foucault (1987), sexualidade é o nome que se pode dar a um dispositivo histórico. A chamada biopolítica, de Agambem (2002), torna vã toda tentativa de fundamentar nos direitos dos cidadãos as liberdades políticas. Fica lançada uma sombra sinistra sobre referenciais das ciências humanas, sociologia e arquitetura. Apesar de novos modelos, aparentemente menos tirânicos, vivese hoje um embate entre o local e o global, o concreto e o abstrato, entre massificação e individualismo. Estudos científicos e pesquisas servem prontamente a esses princípios ideológicos. Novos campos emergentes afetam não só, por exemplo, o processo direto de reprodução biológica, mas também a constituição física do corpo e as manifestações da sexualidade. Rouanet (1997) reconhece, porém, um clima de liberdade. Para o autor, a violência sobre o pensamento não se manifesta mais como proibição de pensar, e sim como liberdade de pensar, o que nas condições atuais de condicionamento invisível significa a liberdade de pensar o que todos pensam.

Palavras-chave
Contemporaneidade. Corpos. Subjetividade. Tecnologia.


Clones, utopias e ficções
Carlos Vogt

Este ensaio viaja pela ciência, pela tecnologia, pelo mito, pelo cinema, pela literatura, buscando acompanhar as simbologias do homem moderno e contemporâneo no imaginário de ser outro e não ser passageiro.

Palavras-chave
Clonagem. Código genético. Cultura. Materialidade da consciência. Narciso. Natureza.


A cidade de Truman
Angela Maria Rocha

O urbanismo na sociedade de consumo contemporânea, fundamentado em experiências históricas, tem possibilitado cada vez mais a configuração do ambiente humano em consonância com padrões socialmente estabelecidos como adequados. O presente trabalho problematiza os valores implicados nesses padrões que elegem e privilegiam critérios genéricos e abstratos considerados anseios humanos universais.

Palavras-chave
Projeto. Sociedade de consumo. Tecnologia. Urbanismo.


Ciências do desejo:
Considerações sobre um saber que não se sabe.
Um ensaio em dois argumentos
Maria Rita Kehl 

A beleza, no século XXI, tornou-se caso de vida ou morte. É a partir dessa idéia que a autora pensa criticamente a relação entre o corpo, as tecnociências e o desejo. Se por um lado, graças à ciência, conquistamos longevidade, saúde, qualidade de vida, liberdade sexual e também por que não? beleza, tais conquistas não incluem nenhum avanço na relação entre os sujeitos e o desejo. O primeiro eixo do artigo desenvolve o argumento teórico que o perfeito controle do corpo não acrescenta nada ao saber erótico, ao contrário, significa um recuo em face do desejo. Por isso, na segunda parte do texto, a autora apresenta o argumento poético, ao se referir aos poetas como aqueles que ainda entendem de erotismo. Baseia-se em um dos seus autores prediletos, Manuel Bandeira.

Palavras-chave
Corpo. Desejo. Imagem. Inconsciente. Tecnociências.


Freud e o método psicanalítico
Fabio Herrmann

Artigo inédito de 1989, apresentado como conferência, por ocasião da comemoração do cinqüentenário da morte de Freud. O autor parte da necessidade de recuperar o criador em Freud pelo esquecimento a que a própria obra o relegou, dada a transformação do conjunto dos conceitos fundamentais freudianos em conhecimento adquirido e determinante da prática clínica ou da investigação teórica. Tal recuperação exige recordar a episteme freudiana, resultado da reflexão metodológica que ao mesmo tempo permitiu a produção de sua obra escrita e ficou nela escondida. Em primeiro lugar, expõe o próprio trabalho de vinte anos de investigação do método psicanalítico inventado por Freud, usando o argumento metodológico de  O Campo e a Relação , de 1969, ou seja, o desvelamento da regra essencial da Psicanálise, a ruptura de campo. Em seguida con-sidera duas das conseqüências advindas da posição metodológica recuperada
1) a teoria passa a ocupar o lugar de chegada do trabalho clínico, e não mais o de ponto de partida e 2) o desenvolvimento de um projeto político de recuperação da vocação da Psicanálise de instituir-se como therapon,  o companheiro do homem em sua arriscada aventura de vir a ser humano .

Palavras-chave
Episteme freudiana. Método da Psicanálise. Ruptura de campo.

 
Os desenhos do outro. Freud (Sigmund)
Luis Camnitzer

 
A New York Academy of Medicine (Academia de Medicina de No-va York) apresenta uma seleção de desenhos feitos por Freud, e o artista plástico Luiz Camnitzer discute estes desenhos do ponto de vista da arte, pois  no conjunto, os desenhos de Freud satisfazem um senso estético que projetamos na sua obra, um sentido que é nosso e que seria alheio a Freud e ininteligível para ele. Isso faz com que seus desenhos, hoje em dia, estejam muito mais próximos da arte do que na época em que foram pro-duzidos.  Também, segundo o autor do artigo, por começarem a expandir as fronteiras do conhecimento, estas obras, sem a intenção de Freud, se aproximam da arte.

Palavras-chave
Arte. Desenhos. Exposição. Freud.

 
Duas faces de Tânatos: O império dos sentidos e Flores Partidas
Marion Minerbo

Depois de formulado por Freud, o conceito de pulsão de morte recebeu as mais diversas interpretações. O próprio fundador da psicanálise nos apresentou duas versões para esse conceito. A análise concomitante de dois filmes, O império dos sentidos (1976) e Flores partidas (2005), evidencia duas faces de Tânatos: a morte fria do desinvestimento objetal, no caso de Don (Flores partidas), e a morte quente da fusão sujeitoobjeto, com Sada (O império dos sentidos). A análise dos filmes nos servirá, ainda, para abordar dois destinos da pulsão de morte: em Flores partidas o personagem encontra um  analista  e se cura; em O império dos sentidos a protagonista encontra o objeto complementar e enlouquece.

Palavras-chave
Adição. Desinvestimento objetal. Psicopatologia. Pulsão de morte. Tédio.


Geopolítica da cafetinagem
Suely Rolnik

O ensaio examina a política de subjetivação e de produção cultural instaurada pelo  capitalismo cultural  que se estabelece no final dos anos 1970, quando a principal força de trabalho passa a ser a energia da vida subjetiva, suas potências de criação, conhecimento e desejo. São apontadas as implicações psicopatológicas dessa política, especialmente em países sob ditadura no momento da instalação do novo regime capitalista.

Palavras-chave
Antropofagia. Capitalismo cultural. Criação. Ditadura. Trauma.

Verdade ou imaginação: uma releitura de Eros e Psiquê, de Fernando Pessoa
Adélia Bezerra de Meneses

No contexto de uma discussão sobre verdade e ilusão, há que se refletir sobre as duas vias de abordagem da realidade, para os gregos: o Logos e o Mythos. O pensamento racional e a narrativa mítica constituem, com efeito, maneiras de se enfrentarem questões fundamentais, que inquietam vitalmente os seres humanos. Em coerência com a idéia de que a realidade não se deixa expressar de cabalmente através de um pensamento lógico e racional, impõese o recurso à Poesia. O poema  Eros e Psiquê , de Fernando Pessoa, que opera uma releitura da lenda clássica, tem como fulcro, exatamente, a coincidência de opostos. Na interpretação que se propõe desse poema (em que os contrários se conciliam sob o signo do Uno), o Infante e a Princesa são, respectivamente, Verdade e Fantasia.

Palavras-chave
Eros e Psique. Fantasia. Fernando Pessoa. Verdade.

A violência oculta
Alessandra Ricciardi Gordon
Cleusa Maria Gouveia Nery

O objetivo deste trabalho é fazer uma breve reflexão sobre a incidência de uma forma de violência na vida das mulheres, tal como observado em um estudo sobre o psiquismo feminino em três gerações de mulheres de uma mesma família. Trata-se da violência impetrada pela cultura dominante, que cerceia o desenvolvimento de potencialidades que levam à autonomia. Refletindo sobre essa forma de violência que incide na vida das mulheres, encontramos ressonâncias em obras da literatura e em notícias veiculadas na mídia.

Palavras-chave
Cultura. Espaço mental. Psiquismo feminino. Transgeracional.

 

 


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