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Livro: Jornal de Psicanálise - Volume 40 – nº 73

 
 
 
Livro: Jornal de Psicanálise - Volume 40 – nº 73

 

Jornal de Psicanálise - Volume 40 – nº 73

- Instituto de Psicanálise - SBPSP
Autor(es): 

Editora:  .SBPSP - Sociedade Brasileira de Psicanálise - SP
Área(s): 


Páginas:228 pág.


Preço: R$ 39,00
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Descrição:

  

Editorial

 

O analista no exercício de seu ofício está condenado a interpretar. Interpreta a fala, o silêncio, o sonho. As fantasias, as angústias, os atos. Interpreta na e a transferência; interpreta também as resistências. Diríamos mesmo que a interpretação está no coração do trabalho do analista.

Neste número do Jornal convidamos nossos colaboradores de diferentes abordagens a refletir sobre a arte da interpretação através de diálogos com a Teoria dos Campos. Moveu-nos não apenas considerar a interpretação o punto vivo do trabalho analítico, mas o desejo de colocar em movimento a idéia original proposta por Fabio Herrmann da interpretação como ruptura de campo. Esta idéia, como o autor admite, originou-se de questões que a clínica lhe impunha.

A interpretação, a arte da interpretação, para a Teoria dos Campos, é o próprio método da psicanálise em ação. E por isso mesmo é anterior e condição da teoria, não ao contrário, como muitas vezes se pensa.

Pode parecer, num primeiro momento, que o trabalho do analista se torne mais difícil diante das exigências que o método impõe, ou que tal forma de pensar, mais crítica e sofisticada, possa tolher o analista. No entanto, é por estar firmemente ancorado pelo método que o analista fica livre para tecer, descoser, refazer as costuras analíticas, abrindo espaços que vão se transformando e se sucedendo, tendo em vista que a construção é ficcional.

Outra conseqüência é a compreensão de situações cotidianas, tão comuns a todos nós, analistas ou não, às quais o método pode ser estendido, no que a Teoria dos Campos nomeou clínica extensa. Uma "simples" experiência como passar por uma cirurgia, ou experimentar sentimentos de despeito, tão corriqueira quanto humana, pode ser absorvida, talvez, de outras formas eventualmente menos sofridas ou traumáticas.

Já dentro de nossos consultórios, esta forma de pensar e de instrumentar o ofício de analista pavimenta o caminho para o efeito-surpresa apanhar não apenas o analisando, importante como já dizia Freud, mas também o analista, como apontam alguns de nossos colaboradores, os efeitos "shocks", e que Fabio Herrmann convencionou chamar de ato falho a dois.

Perguntarmo-nos sobre o lugar que o método psicanalítico ocupa, e não apenas no paradigma emergente das ciências, a partir da experiência clínica, é a questão a que estes artigos aqui publicados procuram responder. Os efeitos da nítida e firme demarcação deste lugar - outra conseqüência desta forma de pensar - podem se constituir na abertura para aquilo que uma de nossas autoras designou como "hospedeiras do estranhamento", inerente à reapropriação do corpo individual e social do paciente, inaugurando tempo-espaço para singularidades.

A interpretação psicanalítica como arte, tema deste número, foi contemplada em todos os artigos - quer abordassem a clínica de consultório quer a clínica do mundo, da psique do real. Alguns trabalhando a arte da interpretação de dentro da Teoria dos Campos, outros a abordando por referenciais diferentes. Mas o foco pretendido de estabelecer diálogos com a Teoria dos Campos dá o tom - como tom musical - do número. Isto fica muito presente na interlocução estabelecida entre os participantes do debate. Tendo como referência alguns trechos de textos de Fabio Herrmann, selecionados previamente, a conversa entretida pôde estabelecer relações de ordem teórica e epistemológica entre concepções distintas da interpretação psicanalítica e os caminhos que apontaram para construções teóricas. Podemos afirmar que o ponto comum nessa troca dialogal está na consideração de que o rumo da teorização que vai privilegiar teorias sobre o sujeito está mais propenso a se tornar letra morta do que o que toma em consideração a ação do método psicanalítico, inventado por Freud, e definido por Fabio como ruptura de campo.

Agrupar as contribuições recebidas em seções foi a solução por nós encontrada para distinguir, no tom geral, especificidades de execução da arte da interpretação. Nesse sentido é paradigmática a seção dedicada à publicação dos trabalhos apresentados na Jornada da Teoria dos Campos de agosto de 2007, evento realizado em parceria do CETEC (Centro de Estudos da Teoria dos Campos) com a SBPSP (Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo).

Leda Maria Codeço Barone

 

TEORIA DOS CAMPOS: UMA PEQUENA HISTÓRIA

Fabio Herrmann

Trata-se do último escrito de Fabio Herrmann. Mesmo incompleto seu pensamento aí se apresenta por inteiro, na forma peculiar de sempre tomar a Psicanálise pelos seus fundamentos.

Palavras-chave: Fabio Herrmann. Teoria dos Campos. Método psicanalítico. Campo e relação. .

 

INTERPRETAÇÕES

Fabio Herrmann

O autor usa do recurso da ficção para expor o percurso da concepção de interpretação psicanalítica tanto ao longo do desenvolvimento da Psicanálise pós-freudiana como do desenvolvimento pessoal do próprio analista. Esse caminho culmina com a explicitação da idéia de interpretação desenvolvida pela Teoria dos Campos. Isto é, aquilo que não é enunciado de antemão pelo psicanalista, mas surge do paciente. Nesse trabalho a dois, o analista apenas contracena com as vozes interiores do sujeito que se duplica, e o sentido que se mostra o faz no regime temporal do passa a ter sido assim até que se refaça diferente, definindo assim o tempo condicional da história humana, em que cada novo passado redireciona o presente em que é apreendido e que o alterou.

Palavras-chave: Fabio Herrmann. Teoria dos Campos. Interpretação.

 

A INTERPRETAÇÃO DO PONTO DE VISTA DA TEORIA DOS CAMPOS: SUA EFICÁCIA E SUA IDEALIZAÇÃO

Leda Herrmann

A Teoria dos Campos considera a interpretação como a operação própria ao método psicanalítico de ruptura de campo, residindo aí sua eficácia. Na psicanálise pós-freudiana fixou-se na forma idealizada e restrita da fala explicativa do analista, referida principalmente à denúncia da relação transferencial. Esta concepção de interpretação é criticada pela Teoria dos Campos porque limita as possibilidades de surgimento de sentidos, ou novas auto-representações, por parte do paciente.

Palavras-chave: Interpretação psicanalítica. Ruptura de campo. Método da Psicanálise. Teoria dos Campos. Fabio Herrmann.

 

A INTERPRETAÇÃO PSICANALÍTICA E A TEORIA DOS CAMPOS

José Fernando de Santana Barros

Com este artigo, o autor expõe as principais idéias da Teoria dos Campos sobre a interpretação psicanalítica fazendo um paralelo, um quase-diálogo, com algumas noções clássicas sobre o tema, partindo basicamente do texto de R. Horacio Etchegoyen: Fundamentos da técnica psicanalítica.

Palavras-chave: Interpretação psicanalítica. Método psicanalítico. Inconsciente relativo. Campo. Ruptura de campo. Identidade. Realidade.

 

A ARTE DA INTERPRETAÇÃO À LUZ DA TEORIA DOS CAMPOS

Cláudio J. de Campos Filho

O trabalho apresenta uma discussão sobre a arte da interpretação frente à Teoria dos Campos de Fabio Herrmann. Mostra como a Teoria dos Campos permitiu a convergência de várias teorias para interpretação do fenômeno psíquico, criando, desta forma, uma metateoria que dá sentido às várias formas pelas quais se apresenta o fenômeno psíquico. E através da ruptura de campo busca uma nova organização psíquica, permitindo forma e conteúdo novos para o pensamento.

Palavras-chave: Arte. Interpretação. Teoria dos Campos. Metateoria.

 

NÍVEIS DE INTERPRETAÇÃO - UMA NARRATIVA CLÍNICA

Izelinda Garcia de Barros

A partir de recortes da análise de uma paciente, apresento algumas idéias sobre níveis de interpretação correlatos a diferentes estratos da mente que se caracterizam por formas de comunicação e tipos de angústia específicos. Essas hipóteses, encadeadas pela primeira vez neste texto, formaram-se progressivamente no exercício de pensar sobre o trabalho analítico diário com crianças, adolescentes e adultos dentro de amplo espectro de distorções, estancamentos e inibições de desenvolvimento emocional.

Palavras-chave: Interpretação. Investigação clínica. Desenvolvimento de conceitos.

 

A INTERPRETAÇÃO: LIMITES E RUPTURAS DE UM CONCEITO E DE UMA PRÁTICA

Julio Frochtengarten

Apesar de a interpretação ser considerada o instrumento por excelência dos psicanalistas, as modificações teóricas e clínicas ocorridas ao longo do desenvolvimento da psicanálise acabaram por trazer mudanças no conceito de interpretação que nem sempre têm sido consideradas. O autor se propõe a examinar alguns aspectos do conceito que lhe parecem relevantes dentro da evolução da própria teoria freudiana, na teoria kleiniana e, principalmente, como podemos compreender este conceito a partir das contribuições de Bion. Fiel à sua tradição clínica, finalmente apresenta uma sessão sua como ilustração das idéias discutidas.

Palavras-chave: Adolescência. Família contemporânea. Lolita. Fedra. Hipólito.

 

DA ARTE DE INTERPRETAR O PACIENTE COMO OBRA DE ARTE

João A. Frayze-Pereira

Este artigo analisa a noção de "arte da interpretação" proposta por Fabio Herrmann. Entre as implicações desta concepção, destacam-se a possibilidade de tratar o paciente com atitude análoga à que mantemos diante de uma obra de arte; a situação da psicanálise no campo da construção ficcional, entre a literatura e as artes; e a interrogação da idéia moderna de método.

Palavras-chave: Psicanálise. Estética. Teoria dos Campos. Arte da interpretação.

 

REFLEXÕES SOBRE A INTERPRETAÇÃO PSICANALÍTICA E SUA RELAÇÃO COM A TEORIA E A CLÍNICA PSICANALÍTICAS

José Martins Canelas Neto

O autor desenvolve uma reflexão sobre a interpretação psicanalítica, considerando tanto a prática desta dentro da sessão, quanto seu valor de revelação de um sentido latente. Como a interpretação depende essencialmente da subjetividade do analista, sendo uma maneira de estar e pensar do analista, sua compreensão foi abordada recorrendo ao conceito de "pensamento clínico" de André Green.

É desejável que a interpretação surja como uma emergência da latência onde ela se mantinha. Essa latência é próxima da idéia de vazio como vacuidade, isto é, um vazio potencialmente habitado por sentidos que estão a ponto de ser colocados em forma. O pensamento clínico opera favorecendo esse processo. Para isso é fundamental levarmos em conta a incerteza e o hiato entre teoria e clínica. O trabalho de pensamento clínico introduz um terceiro que permite ao analista sair de uma relação mal delimitada, simbiótica, com o analisando para introduzir palavras com valor interpretativo. .

Palavras-chave: Interpretação. Pensamento clínico. Vazio.

 

RE-DESENHANDO COM WINNICOTT: A INTERPRETAÇÃO ENCARNADA

Milton Della Nina

O autor, como um jogo do rabisco, dialoga com as idéias de Winnicott sobre interpretação em psicanálise. A interpretação, como comunicação na dupla analítica, teria a natureza de um processo. Nele se percebe a visão winnicottiana do desenvolvimento emocional primitivo. Dispõe-se como modificadora da subjetividade, emanando sempre da contribuição do analisando, denominada colaboração inconsciente.

A interpretação será considerada construção a quatro mãos. Como fator de transformação afetivo-cognitiva, em espaço potencializador da criatividade, seria objeto transicional desenvolvido na cultura intersubjetiva. O tempo será cuidadosamente observado no ajuste do encontro transferencial, considerando-se o ritmo do analisando.

Colocando-se a interpretação como parte integrante do espaço potencial, também poderá ser objeto do brincar. Assim evita-se dogmatismo, sendo hipótese a ser verificada com o analisando e um impedimento à sua submissão.

Winnicott, ao longo de seus textos, revelaria a existência de grande confiança na possibilidade evolutiva do analisando.

No que denomina capacidade adquirida do analista, existe a sustentação do paradoxo: manter a análise em continuidade enquanto se ajuda a terminar e ao analisando se separar. Portanto, espera-se que cada interpretação possa integrar tais tendências. Finalmente, identifica-se a expressão de amor pela subjetividade, do outro e de si mesmo, analista. Existindo, pode o analista ajudar o outro a existir e acima de tudo a serem pessoas presentes, no âmbito desta sempre surpreendente relação humana, tão difícil de sustentar.

Palavras-chave: Interpretação. Processo analítico. Subjetividade. Objeto transicional. Criatividade.

 

RELAÇÃO ENTRE TEORIA E PRÁTICA: A QUESTÃO DA INTERPRETAÇÃO

Marilsa Taffarel

Este texto trata de como a teoria, para a Teoria dos Campos, de Fabio Herrmann, entra no processo interpretativo. Brevemente, ela o faz após um tempo de escuta ateórica no qual o analista está à espera de um interpretante, ou seja, de um termo que destoe do contexto transferencial com o qual ele, analista, visa romper. Um lapso de qualquer ordem. Este termo servirá então de escopo para uma teoria sobre o paciente que tenha a marca da singularidade. Seu surgimento e sua utilização pelo analista assinalam um segundo tempo, no qual a interpretação está guiada teoricamente. Uma teoria que se sujeita à condição da transformação - complementação ou inversão... - pela resposta do paciente.

A qualidade fundamental da interpretação é a de provocar uma ruptura do campo, de romper o sentido prevalente ao invés de dar um sentido. Do abalo que se segue à ruptura, momento crucial da interpretação, é que emerge a "resposta" que mais interessa ao analista na construção de sua hipótese teórica sobre este paciente. Estamos, com a Teoria dos Campos, no campo de uma hermenêutica psicanalítica, onde representações do pulsional emergem com força de verdade. Contudo não se trata de buscar um significante fundamental, uma fantasia inconsciente fundante do sujeito etc., mas de favorecer a multiplicidade de identificações que o desejo, em cada paciente, permite. Não se trata de buscar um real ou uma realidade última. Busca a interpretação uma fluidez das fantasias, o favorecimento de um novo arranjo da vida afetiva, a emersão de um novo campo de sentido, uma nova forma de vida possibilitada pela tessitura do desejo inconsciente. Para tal a teoria é fundamental, uma vez que interpretamos sempre "a partir de". Todavia se tomamos a teoria à letra estaremos em direção inversa do alvo que visamos. Poderíamos sim desta forma romper o campo da fala convencional, do sentido quotidiano, mas ao preço de explorar apenas um estrato da psique e em uma única direção.

Os ensinamentos legados por Fabio Herrmann inscrevem a interpretação psicanalítica no pensamento contemporâneo que visa uma desalienação mais radical do homem. Inscrevem a psicanálise numa verdadeira hermenêutica psicanalítica.

Palavras-chave: Teoria. Ruptura. Interpretação. Interpretante. Hermenêutica. Processo psicanalítico. Teoria dos Campos. Fabio Herrmann.

 

INTRODUÇÃO (À EDIÇÃO ARGENTINA) DE CLÍNICA PSICANALÍTICA: A ARTE DA INTERPRETAÇÃO DE FABIO HERRMANN

R. Horacio Etchegoyen

Nesta introdução à edição Argentina do livro de Fabio Herrmann Clínica psicanalítica: a arte da interpretação o autor trata dos principais temas aí desenvolvidos, apresentando-os como um pensamento psicanalítico original. Em síntese afirma que: "Para Herrmann, a arte de interpretar consiste em uma correta aplicação do método, este sempre antecedendo as teorias. Em outras palavras, a interpretação psicanalítica busca elucidar a lógica das emoções sem cuidar, em princípio, das teorias da psicanálise nem da história infantil - o que lhe será dado por acréscimo".

Palavras-chave: Arte da interpretação. Método psicanalítico. Desejo. Fabio Herrmann.

 

EXISTE VIDA APÓS O CASAMENTO?

Alexandre Horta e Silva

O texto aborda aspectos de certos vínculos, nos quais a união, caracterizada por desgaste progressivo, deságua num simbólico duplo suicídio. Um filme de Takeshi Kitano é usado como ilustração dessa análise, num vôo sobre o teatro de marionetes e pela dramaturgia renascentista japoneses. Temos os consultórios como palcos dessas "encenações" e o desafio de colaborar para, quem sabe, evitarmos desenlaces tão trágicos.

Palavras-chave: Duplo suicídio. Cinema japonês. Teatro de bonecos. Renascimento.

 

O CORPO E A CLÍNICA: HOSPEDARIA DE POSSIBILIDADES NO MUNDO CONTEMPORÂNEO

Caio César Souza Camargo Próchno e Maria Lúcia Castilho Romera

Tendo por base as idéias sobre: organizações narcísicas, regime da farsa, sociedade do espetáculo, articuladas com elementos da clínica contemporânea, o presente trabalho pretende considerar o lugar que o método psicanalítico ocupa no paradigma emergente das ciências, a partir da experiência analítica com jovens cujos sofrimentos psíquicos configuram-se graves. Encapsulados a uma imagem de superficialidade, apresentam marcas (grifes, tatuagens, piercings) e veiculam a inacessibilidade ao nada. Uma condição de relativa demarcação de lugar pode sobrevir da experiência de um vínculo em condição de análise. Este abre-se para surpresas hospedeiras do estranhamento inerente à reapropriação do corpo individual e social inaugurando ou reinaugurando deste modo o tempo e o espaço das singularidades, quebrando partes do engessamento da funcionalidade e da padronização.

Palavras-chave: Corpo. Contemporaneidade. Clínica psicanalítica. Método psicanalítico. Jovens.

 

MAGALI DE DIETA

Maria da Penha Zabani Lanzoni

Uma experiência cirúrgica é o ponto de partida para uma reflexão psicanalítica. A autora busca compreender essa experiência recorrendo ao modelo proposto por Fabio Herrmann no seu texto "O escudo de Aquiles", que pretende ser uma forma de abordagem da relação realidade/identidade, real/desejo. Primeiramente expõe a experiência, faz reflexões clínico-teóricas e conclui o trabalho mostrando a necessidade de um preparo, para o qual a psicanálise tem muito a contribuir, das equipes de saúde no cuidado de pacientes submetidos a intervenções cirúrgicas que podem desencadear os mais diferentes processos psicológicos, temporários ou não.

Palavras-chave: Cirurgia. Psicanálise. Teoria dos Campos. Identidade. Realidade.

 

O MITO DA DOR-DE-COTOVELO: "SE AO MENOS EU PUDESSE ESQUECER"

Ana Cleide Guedes Moreira e Junia de Vilhena

A psicanálise ganha com o mito da dor-de-cotovelo uma chave para interpretação de sentimento tão cotidiano quanto difícil de ser tratado, dada sua origem na própria instauração da subjetividade. A partir dessa concepção de Herrmann as autoras buscam desenhar um campo onde se cruzam memória, sentimentos e lembranças do vivido com uma clínica onde a marca do ensino desse psicanalista não se deixa esquecer.

Palavras-chave: Psicanálise. Teoria dos Campos. Subjetividade. Sentimentos.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


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